Há sentimentos que poderiam ser inexistentes, o medo é um
deles. Talvez não os "normais", como aqueles medos da infância, em que nos vemos paranoicos
pelo famoso monstro que se esconde dentro do armário, até os mais “normais”,
como o de altura, por exemplo. O medo que eu me refiro, é um especial, que talvez seja menor que o “medo normal",
um receio talvez. Palavras que tem praticamente o mesmo significado, mas que na
prática fazem com que sejam até piores que o medo. O “receio” que eu falo é como
uma dúvida, a dúvida do futuro, que querendo ou não está sempre presente em nós. O receio de “E agora?” “Puxo
ou não assunto?” "O que fazer" "Será que esse é o melhor caminho" "Essa é a melhor opção?". Coisas simples, que se a resposta da nossa mente é mais forte
do que a do coração (e até mesmo vice versa) só serve para nos deixar remoendo
aquilo e pensando no “e se”.
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